Vivemos uma das mais profundas transformações da história da pesquisa digital. O que durante décadas foi entendido como otimização para motores de pesquisa evoluiu para um ecossistema complexo, orientado por inteligência artificial, inferência semântica e sistemas generativos capazes de sintetizar informação em tempo real. A pesquisa deixou de ser apenas um processo de indexação e classificação de documentos para se tornar um mecanismo de construção e entrega imediata de conhecimento. Neste novo contexto, o conceito tradicional de SEO já não é suficiente para explicar — nem para sustentar — a visibilidade digital. A ascensão de modelos de linguagem de larga escala, como o GPT-4 e o Gemini, bem como a incorporação de sistemas generativos no próprio Google Search, redefiniram as regras do jogo. A pesquisa tornou-se conversacional, multimodal e orientada por intenção profunda. As respostas são sintetizadas, resumidas e apresentadas antes mesmo de o utilizador considerar clicar num resultado.