O presente estudo evidenciou que os modelos sintéticos desenvolvidos são ferramentas didáticas promissoras para o ensino da coleta sanguínea na veia cefálica de cães. Ambos foram bem aceitos pelos estudantes, favoreceram a compreensão anatômica e técnica e contribuíram para o aumento da confiança na execução do procedimento. O uso desses simuladores configura uma alternativa ética e segura, ao possibilitar o desenvolvimento de habilidades manuais essenciais antes da prática em animais vivos, fortalecendo a integração entre teoria e prática. Apesar da necessidade de ajustes para aprimorar o realismo tátil e a resistência à punção, os resultados confirmam a aplicabilidade dos modelos como recurso complementar no ensino da Medicina Veterinária.